O que os levou a escolher Portugal inicialmente e por que "boa energia, acessibilidade, o acordo fiscal e o clima melhor" se destacaram para vocês dois?
Portugal é tão vibrante e o seu povo tem sido acolhedor, simpático e prestativo connosco até agora. Por todo o país, é possível encontrar pores do sol de cortar a respiração e paisagens deslumbrantes junto ao oceano e às lagoas de Aveiro, bem como nas florestas de Sintra e Braga (para mencionar apenas alguns exemplos). A arquitetura medieval, os azulejos, os excelentes vinhos e experiências gastronómicas, as festas empolgantes e muito mais superaram as nossas expectativas — e ainda nem sequer explorámos o país na totalidade!
O custo de vida é cerca de 30% inferior ao dos EUA (Pensilvânia), embora, com a desvalorização do dólar, esta diferença possa vir a alterar-se. E o acordo fiscal é, sem dúvida, uma grande vantagem.
Embora as temperaturas este inverno tenham sido mais amenas do que as da nossa terra natal, houve muita chuva (quase diária em janeiro e fevereiro) e algumas tempestades severas. Fomos informados de que tanta chuva é incomum. Mas, na nossa opinião, as chuvas de inverno são preferíveis ao frio intenso e às tempestades de neve com 3 pés de altura de que os nossos amigos e vizinhos nos enviavam fotos. E agora, com a chegada das estações mais ensolaradas, estamos deliciados.





